Etiqueta: Cinema

Cinema e conjuntura brasileira

Por Arthur Moura A produção cinematográfica brasileira está mergulhada na contradição social histórica e atual do país. O que se percebe é que desde o acirramento das tensões sociais principalmente no pós-crise de 2008, as produções têm retratado diversos episódios e momentos como forma de iluminar o presente ou simplesmente mistificá-lo.

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US, ou, a Coisa mediada pela própria coisa

Por Phillipe Augusto Carvalho Campos  Depois de alguns amigos me dizerem que o filme Us era muito bom, eu criei coragem (literalmente, porque tenho medo dessas coisas) pra assistir. Terminei e fiquei pensando no monte de coisa que tem nessa obra.

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Quem tem medo de James Bond?

Por Ignácio Martín Baró, via UCA, traduzido por Alexsander Grem Medo, ao que se ter medo, não há nada o que ter medo de James Bond. A razão é sensibilíssima: James Bond está morto. Ao menos, li isso há uns dias, não recordo em que revista: Connery-Bond, no final do seu último filme, cai morto.

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O cinema revolucionário de ‘Quem mora lá?’

Por Heribaldo Maia Segunda feira, dia 16/07, era uma noite de segunda feira no cinema mais bonito do Brasil, o São Luís em Recife-PE. Esse dia será marcado na história do Cinema, e cabe a nós que fique marcado, como o lançado para o público do filme ‘Quem mora la?’ (2018), dos diretores Rafael Crespo

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Mercado e formação de redes de apoio mútuo no cinema

Por Arthur Moura e Felipe Xavier “A mais velha especialização social, a especialização do poder, encontra-se na raiz do espetáculo. Assim, o espetáculo é uma atividade especializada que responde por todas as outras. É a representação diplomática da sociedade hierárquica diante de si mesma, na qual toda outra fala é banida.” Guy Debord – A Sociedade

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A Realidade de Ernst Lubitsch

Por Slavoj Žižek, via The Philosophical Salon, traduzido por traduzido por Oleg Savitskii e Anna Savitskaia. Theodor Adorno inverteu a condescendente pergunta historicista de Benedetto Croce sobre “o que está morto e o que está vivo na dialética de Hegel.” Se Hegel está realmente vivo enquanto pensador, a pergunta, portanto, a ser feita hoje é a oposta: “Como

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O quadrado antes e depois: Malevich e o filme The Square

Por Philippe Campos O que me motiva a escrever sobre o filme The Square é que há outros dois squares que permitem a contraposição com o primeiro.  Essa contraposição permite polarizar o significado de um desde aproximações e distensões entre os outros dois.

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