Categoria: Crítica

Potência de não, impotência e impossibilidade

Por Bernardo João do Rego Monteiro Moreira e Rafael Tsukamoto Oliveira Os três conceitos que compõem o título deste texto apresentam-se na discussão de Giorgio Agamben sobre o Experimentum Linguae como índices da relação entre diferentes modos e práticas. Pois aqui há uma questão fundamental que atravessa os campos da linguagem e da lógica: a

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Os cínicos não servem para esta profissão: sobre o bom jornalismo

Por Ryszard Kapuściński, via Guao, traduzido por Beatriz Aguiar A obra “Los cínicos no sirven para este oficio: Sobre el buen periodismo” (2002) é uma coletânea de diferentes participações do jornalista literário Ryszard Kapuściński em congressos. O seguinte texto faz parte da entrevista cedida no dia 27 de novembro de 1999 no evento “De raça

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Sectarismo vs Ecumenismo: O caso de V.I. Lênin

Por Roland Boer, via Monthly Review, traduzido por Diego Costa da Silva Araújo Era Lenin, como as interpretações iniciais entenderam, um sectário que procurava destruir todos que discordavam dele? Ou ele também possuía tendências ecumênicas ao lado, ou em tensão com o seu sectarismo? Há, talvez, uma relação mais profunda entre sectarismo e ecumenismo em

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Lênin e os 25 anos de luta por um partido comunista

Por Karl Radek, via marxists.org, traduzido por Igor A. Torres Ribeiro Por ocasião dos 25 anos do Partido Comunista da Rússia, em 22 de março de 1923. Como todas as outras coisas na natureza, Lenin nasceu, se desenvolveu, cresceu. Quando Vladimir Ilyich me observou deslizando o olhar sobre uma coleção de seus artigos escritos no

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O colapso do realismo capitalista

Por Benjamin Noys, via Mediations Journal , traduzido por Reginaldo Gomes O livro Realismo Capitalista tornou-se, em dez anos, uma frase: “o que Mark Fisher chama de ‘realismo capitalista”’, ou “como Mark Fisher descreveu, ‘realismo capitalista’”.

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O que levou ao Golpe de 1964? Uma interpretação à luz da dinâmica de acumulação de capital no Brasil

Por Gabriel Teles O período da ditadura militar brasileira (1964 – 1985) significa uma nova reconversão da forma estatal do país. Uma das fragilidades do capitalismo subordinado é o seu aparato estatal que oscila, efemeramente, entre regimes ditatoriais e democráticos. A questão aqui, no entanto, é analisar rapidamente as especificidades da ditadura militar que se

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