Categoria: Conjuntura

Entrevista exclusiva com Alain Badiou

Entrevista por Marcelo Bamonte e Diogo Fagundes. Somente a luta revolucionária liberta os povos. Tomado e moldado em meio ao confronto prático, o filósofo francês Alain Badiou, 84, segue refletindo sobre as especificidades e totalidades do sistema do capital, que deve ser derrotado. “Hoje, um homem pode ter riqueza igual à de vários milhões de

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Como a ciência salvou a China

Por Shellen Wu, via Nature, traduzido por André de Souza Ferreira. Originalmente publicado em 2019. A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de 2008 em Pequim apresentou quatro grandes invenções da China antiga: o compasso, a imprensa, o papel e a pólvora. A lição à mostra, como ensinado nas salas de aula do país que

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O fogo de palha da economia estadunidense

Por Michael Roberts, via Michael Roberts blog, traduzido por Ana Carolina de Paula e Isabela Ferreira Gesser Na semana passada [escrito em 21.03.21], o Sistema de Reserva Federal dos EUA (FED) elevou suas previsões de crescimento para a economia americana deste ano e do seguinte.

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Capitalismo Comunicativo e a Forma Revolucionária

Por Jodi Dean, traduzido por Camila Araujo e revisado por Diogo Fagundes, originalmente publicado em Dean, J. (2019). Communicative Capitalism and Revolutionary Form. Millenium: Journal of International Studies Este ensaio leva em consideração a forma política pressuposta em questões de resistência e revolução. Ele situa a resistência e a revolução no capitalismo comunicativo, um arranjo

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O Brasil atual sem meias-palavras

Por André Márcio Neves Soares* Peço licença ao leitor para escrever sem determinadas amarras de linguagem que, muitas vezes, beiram a licença poética para descrever as agruras passadas pela maioria da nossa população brasileira que está sem norte.

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Nordestino, o povo que virou suco: ensaio sobre o nordeste e o preconceito regional como expressão do ódio de classe no brasil

Por Paulo Wescley Maia Pinheiro* “Enquanto o racismo estrutural impõe a desigualdade sobre os negros no Nordeste, o (des)colorismo vai reproduzindo o falseamento de que não haveria esse fenômeno em muitas partes da região. Na realidade, muitos dos negros nordestinos estão marginalizados nos espaços, invisibilizados na ideia tortuosa da miscigenação brasileira, no mito da democracia

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