Etiqueta: Movimento Negro

Vocês querem um Hitler negro? Crítica ao Black Money

Por Jones Manoel e Douglas Rodrigues Barros À proporção que me aprofundava no conhecimento da doutrina marxista e me esforçava por ter uma ideia mais clara das atividades do marxismo, os próprios acontecimentos se encarregavam de dar uma resposta àquelas dúvidas. 

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A hegemonia da raça: de Gramsci a Lacan

Por Richard Seymour e Daniel Hartley, via Revue Periode, traduzido por Ícaro Batista Mesmo em suas interpretações as mais sofisticadas, o marxismo tem uma tendência de ler o racismo de forma instrumental. Tal ideologia é adotada por uma série de atores porque é consistente com certos interesses, porque consolida alguma forma de hegemonia, porque tem

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O Negro na cidade brasileira

Por Bruno Santana Da conjuração entre o projeto colonial das classes dominantes brasileiras e a despossessão dos negros escravizados de suas formas de viver aqui no Brasil atirados às senzalas nasce a territorialização das cidades brasileiras. Para além das capitanias hereditárias num escopo maior, no interior das cidades coloniais, se deflagra de modo aparente o

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Lugar de negro, lugar de branco?

Entrevista com Douglas Rodrigues Barros por Rodrigo Gonsalves. Douglas Rodrigues Barros é formado em filosofia (mestre e está encerrando seu doutorado pela Unifesp) e publica, no próximo dia 15 de março, na livraria Plana, a obra Lugar de negro, Lugar de branco? Esboço para uma crítica à metafísica racial pela editora Hedra. 

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Crítica da Crítica da Razão Negra

Por Inês Maia A sutileza, quase diria: a grandeza, com que Mbembe aborda o problema da invenção das raças e a criação do substantivo negro, leva a pensar que talvez, finalmente, Fanon tenha encontrado um sucessor à altura.

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“Thomas Sankara, o homem íntegro” – Documentário

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=Ci_jKd62rFs] Dirigido por Robin Shuffield. Há exatos 31 anos, em 4 de agosto de 1984, após a tomada do poder por Thomas Sankara e seus companheiros de armas, em aliança com organizações populares e sindicais, a República do Alto Volta foi rebatizada como Burkina Faso, “Terra das Pessoas Íntegras”.

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